quarta-feira, janeiro 21, 2009
terça-feira, janeiro 20, 2009
I wanna remember us just as we are now
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segunda-feira, janeiro 19, 2009
Sex and Death 101
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quinta-feira, janeiro 15, 2009
Pequenez de quem não deve conhecer o amor
"Pensem duas vezes em casar com um muçulmano"
Sempre vivi bem com a minha condição de ateu. Mas é nestas alturas que vivo ainda melhor.
Que intolerância e ignorância estúpidas.
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terça-feira, janeiro 13, 2009
Pelas mulheres (a ideia, o vídeo é pelo homens)!
Existe a ideia geral de que os homens são básicos. Primários.
E que por muito boas pessoas que sejam, bem como sofisticados, serão sempre homens com instintos primitivos.
Quase todos os homens refutam esta ideia. Muitos lutam para mudá-la.
Mas quer ver como somos básicos, caro leitor?
Aqui vai:
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sexta-feira, janeiro 02, 2009
O cliché dos balanços anuais
A nível pessoal tive do melhor e do pior. Sensações díspares capazes de provocar acelerações pouco recomendáveis ao coração. Com as boas vive-se bem, com as más aprende-se a viver.
A nível profissional não me posso queixar. Acabei a licenciatura enquanto estagiava num órgão de informação e no fim do estágio foi-me feita uma proposta para passar a trabalhar. Hoje escrevo estas linhas na qualidade de jornalista, o que me deixa absolutamente orgulhoso. Tenho carteira profissional, recebo um ordenado certo a um determinado período do mês. Tenho apenas vinte e dois anos e uma margem de progressão enorme. Preciso e quero aprender muito sobre a profissão.
2009 será um ano decisivo a nível profissional.
Se continuar onde estou, estabilizo e posso começar a fazer planos a curto e médio prazo. Conseguir a tão ambicionada independência, quer financeira quer moral.
Se por qualquer motivo for convidado a sair, ponderarei uma emigração. Parece-me a melhor altura para o fazer. Entre os vários destinos apetecíveis, Sydney e Nova Iorque são os que mais me seduzem.
Nova Iorque porque quando a visitei não senti vontade de regressar a casa. Não me importava de lá viver, nem que tivesse de trabalhar a servir em mesas de restaurante, como muitos dos que por lá começam a vida.
Sydney porque a Austrália continua em expansão e porque provavelmente poderia manter a minha profissão por lá.
A nível pessoal preciso de me reequilibrar. Perdi uma parte importante de mim, sem a qual estou a (re)aprender a viver. Começo a sentir de novo as coisas. A (re)apreciar a vida como ela é, sem uma razão específica de ser. A permitir que pessoas especiais entrem na minha vida, com ou sem segundas intenções. A sentir toda uma imprevisibilidade. A deixar que as coisas simples da vida me voltem a aquecer sem precisar de estar acompanhado.
Será um ano complicado para todos. A crise veio para ficar e demorará uns anos a passar. Na primeira metade do ano isso será disfarçado devido à proximidade das eleições autárquicas e legislativas. Mas acredito que na segunda metade, as consequências irão realmente notar-se.
Como tal, apenas desejo que 2009 seja suportável para todos e que acabe por ter algo de especial, mas em bom.
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Idade
Fui passar o dia com uma das manas a casa deles. Entre uma das muitas coisas que fizemos, acabámos por ver um filme em que a Jamie Lee Curtis é a mãe, a Lindsay Lohan é a filha e onde ambas trocam de corpo. A típica palhaçada de sábado à tarde, mas aplicada a uma sexta-feira. Até aqui tudo bem, nada contra.
Mas é aqui que entra em cena a idade dos meus avós. São ambos relativamente novos. Tendo eu 22 anos e eles 68 e 67, estão impecáveis. Mas são antigos. E digo isto porquê? Porque passaram a primeira parte inteira do filme a discutir de onde raio conheciam aquela rapariga do filme.
Eu como aprendi há muito a não me meter nas discussões deles, deixei-me estar sossegado a tentar sobrepor o som e acção do filme às vozes deles (sem grande efeito, assinale-se).
Qual não é o meu espanto quando percebi que não estavam a falar da Linday Lohan, mas da Jamie Lee Curtis. Aí não me contive e disse-lhes que era uma actriz relativamente famosa e que tinha à volta de cinquenta anos, facto que não os impressionou nem ajudou nada. Continuaram a discutir de onde a conheciam (mesmo apesar de eu lhes garantir que seria certamente de um dos muitos filmes em que participou).
Passado uns bons 30 minutos o meu avô solta um grito triunfal e diz: "já sei! É a filha do Tony Curtis e da Janet Leigh!". Perante a minha expressão atónita lá me explicou que eram dois actores muito famosos, que tinham entrado em muitos filmes mas que ele agora não se lembrava quais eram (em casa descobri que a senhora ficou famosa como protagonista do Psycho do Hitchcock e que ele era o típico galã do cinema antigo, tendo contracenado com a Marylin Monroe e desempenhado o papel de Casanova numa qualquer séria homónima). A minha avó anuiu e ficou contente por já saber quem era.
O impressionante é que eles conheciam a Jamie Lee Curtis (que depois confirmei ter realmente 50 redondos anos) como filha do fulano e fulana tal. E eu que nunca os achei velhos vi-me obrigado a reconsiderar. Talvez sejam ligeiramente antigos.
Ninguém conhece os pais da Jamie Lee Curtis.
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